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Pambazuka News Pambazuka News is produced by a pan-African community of some 2,600 citizens and organisations - academics, policy makers, social activists, women's organisations, civil society organisations, writers, artists, poets, bloggers, and commentators who together produce insightful, sharp and thoughtful analyses and make it one of the largest and most innovative and influential web forums for social justice in Africa.

Latest titles from Pambazuka Press

From Citizen to Refugee

From Citizen to Refugee Uganda Asians come to Britain
Mahmood Mamdani
'On the face of it, life in the camp presented a sharp and favourable contrast to the open terror of living in Uganda. But it was the Kensington camp, and not Amin's Uganda, which was my first experience of what it would be like to live in a totalitarian society.' Mahmood Mamdani
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African Awakening

African Awakening The Emerging Revolutions
The tumultuous uprisings in Tunisia, Egypt and Libya have seized the attention of media but what about the rest of Africa? With incisive contributions from across the continent, "African Awakening" presents the 2011 uprisings in their African context.
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Demystifying Aid

Yash Tandon

Demystifying Aid This pamphlet from Pambazuka Press shows that 'development aid' is not what it purports to be - the effects of actions of well-meaning allies in the North who support aid to Africa for reasons of ethics or solidarity are, unfortunately, the opposite of their good intentions.
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To Cook a Continent

To Cook a Continent Destructive Extraction and the Climate Crisis in Africa
Nnimmo Bassey
Exploiting Africa's resources has delivered huge profits to the North and huge damage to Africa's environment and economies. Overcoming the crises of environment and climate change means also addressing corporate profiteering and resource extraction.
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Earth Grab

Earth Grab Geopiracy, the New Biomassters and Capturing Climate Genes
Diana Bronson, Hope Shand, Jim Thomas, Kathy Jo Wetter
As greedy eyes focus on the global South's resources this book 'pulls back the curtain on disturbing technological and corporate trends that are already reshaping our world and that will become crucial battlegrounds for civil society in the years ahead.
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Pambazuka News Broadcasts

Pambazuka broadcasts feature audio and video content with cutting edge commentary and debate from social justice movements across the continent.

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AU MONITOR

This site has been established by Fahamu to provide regular feedback to African civil society organisations on what is happening with the African Union.

Perspectives on Emerging Powers in Africa: December 2011 newsletter

Deborah Brautigam provides an overview and description of China's development finance to Africa. "Looking at the nature of Chinese development aid - and non-aid - to Africa provides insights into China's strategic approach to outward investment and economic diplomacy, even if exact figures and strategies are not easily ascertained", she states as she describes China's provision of grants, zero-interest loans and concessional loans. Pambazuka Press recently released a publication titled India in Africa: Changing Geographies of Power, and Oliver Stuenkel provides his review of the book.
The December edition available here.

The 2010 issues: September, October, November, December, and the 2011 issues: January, February, March , April, May , June , July , August , September, October and November issues are all available for download.

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-No Derivative Works 3.0 Unported License.

Comment & analysis

Vozes d’África, uni-vos!

Brasília, de maio de 2011

2012-07-25, Issue 595

http://pambazuka.org/en/category/comment/83899

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O neocolonialismo na África é dinâmico e apresenta elementos novos, como a entrada de China, Índia e Brasil na disputa pelas riquezas, mão-de-obra e mercado do continente negro, antes território das potências europeias, da URSS e dos EUA.

As novas estratégias se mostram ainda mais perversas do que no passado: não se explora mais o trabalho escravo das minorias traficadas para as Américas e alhures. Agora a “bola da vez” é a promoção, o acirramento das antigas rivalidades tribais. As guerras com armas brancas do passado levavam homens aos campos de batalha onde sempre foram medido o valor e a coragem dos guerreiros. Hoje nações ricas usam e insuflam as antigas tensões para − no lugar de lanças-escudos, arcos-e-flechas − vender fuzis, metralhadoras, canhões, mísseis, tanques, aviões. Hoje a tecnologia da morte resulta no maior alcance e poder de destruição das armas. O combatente africano muitas vezes não vê quem está matando, ou quem vai matá-lo. E surge a pergunta: onde está a honra e a coragem em disparar um míssil... E tirar a vida de desconhecidos?

Mas... Se o colonizador promove guerras entre irmãos, por que não fazê-lo experimentar do seu próprio veneno? Se a ciência e a tecnologia são o poder, e a África ainda não os tem, por que não aproveitar as rivalidades entre as nações tecnológicas que saqueiam este continente?
Sabemos das diferenças históricas, culturais e governamentais de cada nação, porém a estratégia do não-alinhamento já foi apontada por um grande africano, o Presidente egípcio Gamal Abdel Nasser junto com seu colega indiano Nehru e o Presidente Tito da antiga Iugoslávia. Isso numa época em que o mundo só tinha dois senhores. Hoje a independência ideológica se tornou mais viável pela emergência de novas potências.

Propõe-se que cada país africano permita a exploração de suas riquezas no regime de contratos temporários entre nações concorrentes. Ex.: um país que possua petróleo na sua plataforma continental deve “fatiar” essa riqueza entre diferentes empresas (Shell, Chevron,Texaco, gigantes chinesas, Petrobras etc). A competição entre as nações ricas diminui o poder de cada uma delas no país hospedeiro e garante a este maior poder de negociação. Outra condição para a exploração das riquezas é a exigência contratual da formação da tecnologia e da capacitação africana nas áreas de interesse das respectivas nações. Trata-se de receber o estrangeiro para fazer o seu jogo e lutar com as suas armas, exemplo competentemente dado pelo Japão.

Resumindo: dividam os exploradores, promovam competição e rivalidades entre eles (é só acentuar as que já existem). Esta é uma das formas do soft Power contraposta ao hard Power do passado e do presente praticado pelas potências ocidentais.

A continuidade e o desenvolvimento do Fundo Monetário Africano é vital para este continente. Recursos gerados PELO continente e PARA o continente. Trata-se de gerar e administrar a parte financeira antes do avanço da onda consumista sobre a África.
O Coronel Kadhafi foi mártir a apontar caminho; manter a direção por ele indicada é ainda mais importante do que honrá-lo. Homens da sua estirpe e da de Nasser serão vitais para o desenvolvimento africano.

* Attila Blacheyre, Universidade de Brasília


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