Na Líbia, forças anti-governamentais tomaram a cidade de Zawiya situada a 50 km da capital, Tripoli, na sequência de vários dias de confrontos com forças leais ao líder líbio Moammar Gadhafi.

Jornalistas ocidentais que se deslocaram hoje a Zawiya afirmaram que centenas de pessoas reuniram-se no centro da cidade entoando palavras de ordem anti-Gadhafi

Foi já aberto um inquérito oficial à tortura sádica de Albertina Mabasso. Ela é cabeleireira. Compra cabelos importados do Brasil e revende-os. Um negócio que é feito sobretudo em território sul-africano, próximo da fronteira de Ressano Garcia, na província de Maputo no sul de Moçambique.

As suas principais clientes são, na sua maioria, funcionárias de instituições do Estado, e mesmo elementos das forças de defesa e segurança sul-africanas.

Pesado tiroteio ouviu-se hoje na capital da Líbia, Tripoli, quando manifestantes anti-governo confrontaram-se com elementos leais do líder líbio Moammar Gaddafi, numa altura em que há informações de que a maior parte do leste do país se encontra nas mãos dos revoltosos.
A oposição disse ter tomado Misratah, a maior cidade na parte ocidental do país a cair nas suas mãos. Confrontos irromperam nos últimos dois dias na cidade de Sabratha, a oeste de Tripoli, onde o exército e milícias tent...read more

Estudantes da Guiné-Bissau em Tripoli dizem-se abandonados pelo seu governo e apelaram ao executivo no sentido de os repatriar tão cedo quanto possível.
Falando segunda-feira à Voz da América, dois dos oitos estudantes guineenses descreveram o estado da angústia por que estão a passar e também as iniciativas levadas a cabo junto as embaixadas de países lusófonos para os ajudar a abandonar a Líbia em segurança.

O Conselho de Segurança da ONU reúne-se em Nova Iorque para considerar acção contra o governo de Muammar Khadafi na Líbia.
Uma proposta de resolução prevê um embargo de armas, proibição de viagem e o congelamento de bens pelas medidas adoptadas para pôr fim à sangrenta repressão das manifestações.
Adianta ainda que os relatos de violência que chegam da Líbia poderão equivaler a crimes contra a humanidade, sugerindo que o caso seja entregue ao Tribunal Penal Internacional.

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