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Os advogados do jovem angolano Emiliano Catumbela, detido numa vigília de protesto organizada pelo Movimento Revolucionário em Luanda, na segunda-feira, estiveram dois dias sem saber do activista até serem confrontados com a confirmação da sua prisão para julgamento por uma acusação diferente daquela que teria motivado a sua detenção na manifestação.